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Entenda como Funciona a Nova Cobrança de Telefone Fixo por Minuto

O Brasil começou ontem (1º) a migração da cobrança das ligações locais por minuto - atualmente, parte das operadoras ainda contabiliza os gastos do consumidor por pulso. Por determinação da Anatel, nos próximos seis meses todas as empresas de telefonia fixa mudarão a cobrança e terão que oferecer dois planos de tarifação: um básico e um avançado.

A diferença é que agora o consumidor vai pagar um valor mais próximo daquele que ele, realmente, usou o serviço. Todas as ligações de até 30 segundos, por exemplo, serão cobradas por 30 segundos. Mas depois haverá um escalonamento de 5 segundos que evitará que o consumidor pague por um minuto de ligação sendo que ele só falou 45 segundos. O consumidor também não pagará por ligações de duração inferior a 3 segundos.

Entenda as principais mudanças

Escalonamento da cobrança

- se a pessoa falar até 30 segundos, paga por 30 segundos;
- se a pessoa falar de 31 até 36 segundos, paga por 36 segundos;
- se falar de 37 a 42 segundos, paga por 42 segundos;
- se falar de 43 a 48 segundos, paga por 48 segundos;
- e assim por diante.

Planos de tarifa - A regra dos três segundos sem tarifa e da tarifa mínima de 30 segundos vale para os dois planos que as empresas são obrigadas a oferecer a partir do dia 1º de março (um é chamado de plano básico e outro de alternativo).

Pagamento para completar a chamada - No plano básico, o cliente paga apenas pelos minutos que falar. No plano alternativo, o preço por minuto é mais baixo, mas cada vez que uma chamada é completada, o cliente paga o equivalente a quatro minutos, ou seja, cada ligação custa no mínimo o equivalente a quatro minutos. Com exceção da chamadas que durarem até três segundos, que não serão cobradas. O plano alternativo vale a pena, portanto, para quem faz ligações mais longas ou usa a internet discada.

Prazo para decidir o plano - Os planos estão disponíveis para os consumidores desde ontem (1º.03). Eles terão até o dia 31 de julho para optar. A partir de 1º agosto, nenhuma conta poderá mais ser tarifada por pulsos, apenas por minutos. Para escolher um plano, o consumidor deve conversar com a operadora que utiliza.

Diferença entre os planos

O jornal A Gazeta do Povo, de Curitiba (PR), publica hoje objetico comparativo, sobre as principais regras dos dois planos de telefonia, usando informações da Abrafix - Associação Brasileira de Concessionárias de Serviços de Telefonia Fixa. Os dados correspondem ao horário normal.

Em horários reduzidos (de segunda a sexta-feira, entre 0h e 6h; aos sábados, entre 0h e 6h e 14h e 24h; e aos domingos e feriados nacionais, entre 0h e 24h), o consumidor pagará valores diferenciados.

Plano básico:

* Franquia: 200 minutos por mês para residências;
* Conversa não tarifada: até três segundos (com exceção de chamadas seqüenciais, para o mesmo número, com intervalo, entre uma e outra, menor que dois minutos)
* Tarifação mínima: 30 segundos
* Paga para completar a chamada? Não.
* Preço por minuto, sem impostos: de R$ 0,067 a 0,074, dependendo da região de cada operadora

Plano alternativo:

* Franquia: 400 minutos por mês para residências
* Conversa não tarifada: até três segundos (com exceção de chamadas seqüenciais, para o mesmo número, com intervalo, entre uma e outra, menor que dois minutos)
* Tarifação mínima: 30 segundos
* Paga para completar a chamada? Sim, no valor de 4 minutos.
* Preço por minuto, sem impostos: de R$ 0,025 a 0,027, dependendo da região de cada operadora



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